O sol ainda nos castiga, mas a cidade anda tão, tão fria... os olhos mirados nas pedras portuguesas soltas e os toques... quase inexistentes... o burburinho do transporte público reduzido a um silvar frio de tensa preocupação paranoica. o som do mórbido caminhar, as solas de sapato com seu bater abafado no asfalto, fazem eco. O silêncio faz eco... o frio faz eco... preciso de um sol que me aqueça o peito...
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