vivo os dias dormentes daqueles cuja bússola da alma foi perdida.
daqueles que fizeram da deriva, lar.
daqueles que respiraram o próprio cheiro pútrido da humanidade
- e se enojaram
- e vomitaram as coisas boas
- e fizeram de sua língua metralhadora de festim
- e morderam, os dentes careados, a bandeira nacional
- e suportaram os assassinatos, as torturas, os exílios e as indiferenças
só para se verem aqui.
de que adiantou?
seguem dor mentes.
sigo junto.
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