sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

esse saudosismo proustiano ainda vai me matar... morte à saudade do que nunca foi! que jogo perverso de realidades, buscando tempos perdidos e eras douradas, fazendo o presente, já sempre, sempre sujo e ingrato, parecer ainda mais imerso em sua própria imundice. e cai o castelo de cartas e por baixo vemos que tudo sempre foi o que é, afinal - puramente... anti-higiênico

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