sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sem dúvidas não era como esperava terminar a vida... a boceta transbordando da porra que tornava o sangue quase rosa; e os rostos risonhos, terríveis... quase conseguiu chorar enquanto morria

terça-feira, 28 de julho de 2015

Não foi acaso, claro, que eu tenha dado de cara com um dos meus trabalhos de escola de infância enquanto fazia as malas. Que o dia esteja com aquela umidade meio quente de verão, embora seja inverno, e que me faça lembrar das noites próximas do Natal, quando, já de férias, eu ia naquele crescendo de empolgação que tem um pouco a ver com o feriado em si, mas que tem muito mais a ver com a emoção de apenas ser criança e estar de férias... Aquelas noites quentes e úmidas de verão sempre foram uma memória querida a ser guardada no peito... como a noite antes da minha mudança, de sair da casa que passei a maior parte da minha vida, mesmo que não seja tanto assim... tudo isso é reconfortante e assustadora ao mesmo tempo... as realidades da vida se abrem cada vez mais pro meu corpo ainda frágil do cuidado dos pais... mas que pede por um salto para fora daqui, para fora da segurança... minhas costas doem e eu já penso ser quase um velho... sorrio e pensa ainda em todo o sofrimento, dor, dificuldade e stress pelo qual vou passar antes de poder reivindicar o título. as rugas não vêm a toa... mas... certamente... deve ter coisa boa a me esperar também... voltemos então.